Thursday, 21 April 2011


Haja muitos sábados assim. Alegres.


Tuesday, 12 April 2011

Preciso de ti como nunca precisei; dá-me a mão e lembra-me que não estou só, que sou forte como sinto, que sou muito mais do que serei se ficar aqui. Livra-me desta morte pequenina, abafada, redutora. Diz-me o que já sei: que não é isto que quero, que há mais de mim, mais para mim. Embala a minha quase dor, para vir o amanhã preenchido de coisas que são e se sentem por inteiro. Convoca tudo e todos que aches necessários, dá-me sorrisos aleatórios, pedidos de ajuda, abraços vindos do nada. Faz-me sentir, faz-te sentir.

Thursday, 24 March 2011

Hoje, dia 24 de Março de 2011, é quinta-feira.
E lá fora o mundo está exactamente igual...




Ah, a sabedoria popular...


Afinal não foi um copo de vinho, com fatias de queijo a acompanhar. Foram as bolachas Maria e um copo de leite que ganharam a corrida. Não faz mal, como diz o Ikea, mudar de ideias é normal, e há um certo conforto no desfazer da bolacha, no misturar do leite.

Além de que a noite ainda se demora e o mais provável é um ovo (verdadeiro, lá da Serra da Estrela) acabar no meu estômago (que por ser bom grafo, aprecia do mais simples ao mais refinado - se bem que o simples seja senhor, e o refinado empregado -).

Sim, que hoje só me apetece comer (qb) e nem tanto cozinhar (nem tão pouco lavar a loiça).


(as minhas despedidas ao contra-relógio, que passou a ser contrarrelógio... não fosse a ideia de os meus filhos - que ainda não tenho - poderem vir a dar erros ortográficos, por minha causa, bem mandava o acordo ortográfico dar uma volta ao bilhar grande).

Thursday, 17 March 2011

Haja muitas quinta-feiras como a de hoje...
O mundo em geral, e eu em particular, agradecemos esta luz que nos lembra que tudo isto pode acabar de um momento para o outro, e como tal temos o direito, o dever!, de aproveitar cada segundo que levamos desta vida...




Sunday, 6 March 2011

Trancas à porta, janelas fechadas. É meu o tempo que agora sobra.

Sunday, 30 January 2011

Que o tempo passa a correr já toda a gente sabe, que as coisas e as pessoas não são sempre o que/como queremos também. Há um sem número de verdades mais ou menos inequívocas que habitam a nossa vida, umas vezes mostrando-se quase compassivas, outras ao jeito de "eu bem te disse". Talvez a maneira (desajeitada e automática) com que a maioria dos seres humanos repete erros e se encurrala em situações familiares (e a evitar, pela redundância dos maus resultados anteriores), esteja de alguma forma ligada a este clichés e sistematizações da vida. Ir pelo caminho (e o caminho aqui é a atitude) que já conhecemos, é aparentemente mais fácil que seguir uma nova via. Baralhar para arrumar, nem sempre é fácil, ou melhor dizendo apetecível. E talvez seja por isso, que muitas vezes, lá no cantinho do que nós somos, surja a pergunta "porquê eu?", quando muitas vezes deveria vir acompanhada por "e como é que mudo isto?" ou qualquer coisa que se pareça, com tónica marcada naquele bocadinho que nos cabe e que alguns chamam de livre arbítrio. A vida não é fácil, e sermos nós mesmos também não. Aliás talvez seja mais difícil ser (haveria tanto para dizer, mas hoje a poesia é q.b.) do que viver.

(já era tempo de quebrar o silêncio blogístico)/ (2010 não se pode queixar de mim, e eu a bem dizer também não me posso queixar de 2010, apesar das saudades que acarreta. Vamos ver o que guardo para 2011 e ele para mim)